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	<title>Biogeologia's Weblog</title>
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		<title>Erosão costeira ameaça praias do Estado de São Paulo</title>
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		<pubDate>Tue, 25 Mar 2008 23:57:35 +0000</pubDate>
		<dc:creator>biogeologia</dc:creator>
				<category><![CDATA[Uncategorized]]></category>

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		<description><![CDATA[&#160;              A praia é um ambiente complexo, não é apenas formada de areia e mar.Trata-se de um sistema dinâmico de erosão e sedimentação. O balanço sedimentar consiste na diferença entre os sedimentos que entram e aqueles que saem. Quando ele é negativo, existe erosão, a praia &#8220;diminui&#8221;; quando é positivo, existe sedimentação, a praia [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=biogeologia.wordpress.com&amp;blog=3263127&amp;post=19&amp;subd=biogeologia&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p align="center">&nbsp;</p>
<p>             A praia é um ambiente complexo, não é apenas formada de areia e mar.Trata-se de um sistema dinâmico de erosão e sedimentação. O balanço sedimentar consiste na diferença entre os sedimentos que entram e aqueles que saem. Quando ele é negativo, existe erosão, a praia &#8220;diminui&#8221;; quando é positivo, existe sedimentação, a praia &#8220;aumenta&#8221;.<br />
             A entrada e saída de sedimentos na praia ocorrem principalmente por conta das correntes de deriva litorânea, que são o movimento de águas costeiras quase paralelas à costa, originado pela incidência oblíqua das ondas nas praias. A partir da análise dessas correntes, os especialistas podem descobrir qual parte da praia &#8220;aumenta&#8221;, e qual &#8220;diminui&#8221; de maneira natural.<br />
             A praia do Gonzaguinha , na cidade de São Vicente, é um bom exemplo da erosão litorânea &#8220;mista&#8221; (natural e humana). A corrente que trazia os poucos sedimentos para essa área foi desviada devido ao aterro artificial de uma das pontas da costa (Ilha Porchat). Com isso, a praia vem sofrendo um processo de erosão contínua, e, segundo os especialistas, ela poderá sumir daqui a 109 anos.</p>
<p align="center"><strong></strong></p>
<p align="center"><strong></strong></p>
<p align="center"><strong> Praia do Gonzaguinha</strong></p>
<p align="center"><img border="0" width="273" src="http://www.csv.unesp.br/P_noticias/07/abri07/img/gonzaguinha.jpg" height="205" style="width:331px;height:224px;" /></p>
<p align="center">&nbsp;</p>
<p align="center"><img border="0" width="300" src="http://www.gestour.com.br/images/conteudo/geral/gf_f4812_7191.jpg" height="418" /></p>
<p align="center">&nbsp;</p>
<p align="center"><strong></strong></p>
<p align="center"><strong> Ilha Porchat</strong></p>
<p align="center"><img border="0" width="640" src="http://www.poluicaosonora.adm.br/images/Ilha%20Porchat%20II.jpg" height="480" style="width:486px;height:400px;" /></p>
<p align="center">&nbsp;</p>
<p align="center">&nbsp;</p>
<p align="center">&nbsp;</p>
<p>Fonte: <a href="http://blog.costabrasilis.org.br/2007/10/16/erosao-costeira-ameaca-praias-no-estado-de-sao-paulo/">http://blog.costabrasilis.org.br/2007/10/16/erosao-costeira-ameaca-praias-no-estado-de-sao-paulo/</a></p>
<p>Fonte <i>(imagens):</i> <a href="http://www.csv.unesp.br/P_noticias/07/abri07/img/gonzaguinha.jpg">http://www.csv.unesp.br/P_noticias/07/abri07/img/gonzaguinha.jpg</a></p>
<p><a href="http://www.gestour.com.br/images/conteudo/geral/gf_f4812_7191.jpg">http://www.gestour.com.br/images/conteudo/geral/gf_f4812_7191.jpg</a></p>
<p><a href="http://www.poluicaosonora.adm.br/images/Ilha%20Porchat%20II.jpg">http://www.poluicaosonora.adm.br/images/Ilha%20Porchat%20II.jpg</a></p>
<br /><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/categories/biogeologia.wordpress.com/19/" /> <img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/tags/biogeologia.wordpress.com/19/" /> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/biogeologia.wordpress.com/19/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/biogeologia.wordpress.com/19/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/biogeologia.wordpress.com/19/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/biogeologia.wordpress.com/19/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gofacebook/biogeologia.wordpress.com/19/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/facebook/biogeologia.wordpress.com/19/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gotwitter/biogeologia.wordpress.com/19/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/twitter/biogeologia.wordpress.com/19/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/biogeologia.wordpress.com/19/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/biogeologia.wordpress.com/19/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/biogeologia.wordpress.com/19/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/biogeologia.wordpress.com/19/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/biogeologia.wordpress.com/19/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/biogeologia.wordpress.com/19/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=biogeologia.wordpress.com&amp;blog=3263127&amp;post=19&amp;subd=biogeologia&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
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		<title>Sedimentação</title>
		<link>http://biogeologia.wordpress.com/2008/03/25/sedimentacao/</link>
		<comments>http://biogeologia.wordpress.com/2008/03/25/sedimentacao/#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 25 Mar 2008 23:47:35 +0000</pubDate>
		<dc:creator>biogeologia</dc:creator>
				<category><![CDATA[Uncategorized]]></category>

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		<description><![CDATA[Sedimentação é um processo de separação em que a mistura de dois líquidos ou de um sólido suspenso num líquido é deixada em repouso.A fase mais densa, por ação da gravidade, deposita-se no fundo do recipiente, ou seja, sedimenta.  Em geologia, chama-se sedimento ao detrito rochoso resultante da erosão, que é depositado quando diminui a [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=biogeologia.wordpress.com&amp;blog=3263127&amp;post=18&amp;subd=biogeologia&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Sedimentação é um processo de separação em que a mistura de dois líquidos ou de um sólido suspenso num líquido é deixada em repouso.A fase mais densa, por ação da gravidade, deposita-se no fundo do recipiente, ou seja, sedimenta.</p>
<p> Em geologia, chama-se sedimento ao detrito rochoso resultante da erosão, que é depositado quando diminui a energia do fluido que o transporta, água, gelo ou vento.As características dos sedimentos dependem da composição da rocha erodida, do agente de transporte, da duração do transporte e das condições físicas da bacia de sedimentação.</p>
<p><img border="0" width="536" src="http://fossil.uc.pt/imags/Ciclo%20sedimentar.jpg" height="400" /></p>
<p><strong>Importância dos sedimentos em ecologia e na engenharia hidráulica</strong>            Os fundos dos oceanos e lagos são, em grande parte, cobertos por sedimentos que formam um substrato que pode suportar ecossistemas complexos. Na zona eufótica, os sedimentos podem ancorar plantas que servem de alimento e refúgio a muitos animais; nas zonas mais profundas, são as bactérias que formam a base da cadeia alimentar destes ecossistemas bênticos. No Brasil o estudo dos sedimentos tem grande importância por causa de inteferências antrópicas, como por exemplo, mau uso do solo, causando diversos problemas pela erosão, voçorocas, transporte de sedimentos nos rios, depósitos em locais indesejáveis e assoreamento das barragens.</p>
<p align="center"><img border="0" width="449" src="http://www.ufrrj.br/institutos/it/de/acidentes/zonas.gif" height="288" /></p>
<p align="center">&nbsp;</p>
<p>A deposição de sedimentos em reservatórios é um grande problema da engenharia hidráulica, pois a maioria da energia consumida vem de usinas hidroelétricas. No caso da Usina hidrelétrica de Tucuruí, por exemplo, foi calculado, pelos pesquisadores Jorge Rios e Roneí Carvalho, em 400 anos o tempo necessário para o assoreamento total do reservatório da barragem.</p>
<p>             Um dos principais motivos de sua importância, na engenharia hidráulica, é devido ao fato dos sedimentos serem prejudiciais a projetos e operações de obras hidráulicas, bem como conservação das terras e recursos hídricos.</p>
<p align="center"><img border="0" width="500" src="http://www.netcompany.psi.br/tucurui/home/images/fotos/vert06.jpg" height="375" style="width:456px;height:336px;" /></p>
<p align="center">&nbsp;</p>
<p><b>As principais variáveis determinantes das características de uma rocha sedimentar são:</b></p>
<p>Natureza da rocha-fonte</p>
<p>Expressão topográfica e relevo da área-fonte</p>
<p>Distribuição dos elementos tectônicos na fonte e área de deposição</p>
<p>Agentes geológicos que transportam os sedimentos até o sítio deposicional</p>
<p>Intensidade do tectonismo em cada elemento tectônico</p>
<p>Tipo de ambiente reinante na área de sedimentação</p>
<p>Condições climáticas ( da área-fonte e do sítio de deposição).</p>
<div style="text-align:center;"><img border="0" width="270" src="http://www.colegiosaofrancisco.com.br/alfa/rochas/imagens/rochas2.jpg" height="290" /></div>
<div style="text-align:center;"></div>
<div style="text-align:center;"></div>
<div style="text-align:center;"><img border="0" width="1" src="http://www.geocities.com/sealiah1/sed.jpg" height="1" /><img border="0" width="243" src="http://www.geocities.com/sealiah1/sed.jpg" height="362" /></div>
<div style="text-align:center;"></div>
<div style="text-align:center;"></div>
<div style="text-align:center;"></div>
<div style="text-align:center;"></div>
<div style="text-align:center;"></div>
<div style="text-align:center;"></div>
<div style="text-align:center;"></div>
<div style="text-align:center;"></div>
<div style="text-align:center;"></div>
<div style="text-align:center;"></div>
<div style="text-align:center;"></div>
<div style="text-align:center;"><img border="0" width="425" src="http://www.geopor.pt/gne/ptgeol/estruturased/estrato6.jpg" height="284" /></div>
<div style="text-align:center;"></div>
<div style="text-align:center;"></div>
<div style="text-align:center;"></div>
<div style="text-align:center;"></div>
<div style="text-align:center;"></div>
<div style="text-align:center;"></div>
<div style="text-align:center;"></div>
<div style="text-align:center;"></div>
<div style="text-align:center;"></div>
<div style="text-align:center;"></div>
<div style="text-align:center;">Fonte: <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Sedimento">http://pt.wikipedia.org/wiki/Sedimento</a></div>
<div style="text-align:center;"></div>
<div style="text-align:center;"></div>
<div style="text-align:center;">Fonte <em>(imagens):</em> <a href="http://fossil.uc.pt/imags/Ciclo%20sedimentar.jpg">http://fossil.uc.pt/imags/Ciclo%20sedimentar.jpg</a></div>
<p style="text-align:center;"> <a href="http://www.ufrrj.br/institutos/it/de/acidentes/zonas.gif">http://www.ufrrj.br/institutos/it/de/acidentes/zonas.gif</a></p>
<p style="text-align:center;"><a href="http://www.netcompany.psi.br/tucurui/home/images/fotos/vert06.jpg">http://www.netcompany.psi.br/tucurui/home/images/fotos/vert06.jpg</a></p>
<p style="text-align:center;"><a href="http://www.geocities.com/sealiah1/sed.jpg">http://www.geocities.com/sealiah1/sed.jpg</a></p>
<p style="text-align:center;"><a href="http://www.geopor.pt/gne/ptgeol/estruturased/estrato6.jpg">http://www.geopor.pt/gne/ptgeol/estruturased/estrato6.jpg</a></p>
<p style="text-align:center;"><a href="http://www.colegiosaofrancisco.com.br/alfa/rochas/imagens/rochas2.jpg">http://www.colegiosaofrancisco.com.br/alfa/rochas/imagens/rochas2.jpg</a></p>
<br /><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/categories/biogeologia.wordpress.com/18/" /> <img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/tags/biogeologia.wordpress.com/18/" /> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/biogeologia.wordpress.com/18/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/biogeologia.wordpress.com/18/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/biogeologia.wordpress.com/18/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/biogeologia.wordpress.com/18/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gofacebook/biogeologia.wordpress.com/18/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/facebook/biogeologia.wordpress.com/18/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gotwitter/biogeologia.wordpress.com/18/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/twitter/biogeologia.wordpress.com/18/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/biogeologia.wordpress.com/18/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/biogeologia.wordpress.com/18/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/biogeologia.wordpress.com/18/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/biogeologia.wordpress.com/18/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/biogeologia.wordpress.com/18/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/biogeologia.wordpress.com/18/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=biogeologia.wordpress.com&amp;blog=3263127&amp;post=18&amp;subd=biogeologia&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
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	</item>
		<item>
		<title>A interferência humana</title>
		<link>http://biogeologia.wordpress.com/2008/03/25/a-interferencia-humana/</link>
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		<pubDate>Tue, 25 Mar 2008 23:28:46 +0000</pubDate>
		<dc:creator>biogeologia</dc:creator>
				<category><![CDATA[Uncategorized]]></category>

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		<description><![CDATA[Ao longo da história e, em particular nos últimos séculos, as interações entre os objetos naturais foram modificadas pela ação humana, seja por meio do desmatamento em larga escala, do desvio do curso dos rios, da construção de represas ou das mudanças do relevo, entre muitas outras. FATORES QUE CONTRIBUEM NO PROCESSO DA EROSÃO -&#62; [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=biogeologia.wordpress.com&amp;blog=3263127&amp;post=17&amp;subd=biogeologia&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Ao longo da história e, em particular nos últimos séculos, as interações entre os objetos naturais foram modificadas pela ação humana, seja por meio do desmatamento em larga escala, do desvio do curso dos rios, da construção de represas ou das mudanças do relevo, entre muitas outras.</p>
<p><b>FATORES QUE CONTRIBUEM NO PROCESSO DA EROSÃO</p>
<p></b>-&gt; O Desmatamento para extração de madeira, pecuária e para o plantio;</p>
<p>  -&gt; A construção de favelas em encostas que, além de desflorestar, provocam a erosão acelerada devido ao declive do terreno;</p>
<p>-&gt;    As técnicas agrícolas inadequadas, quando se promovem desflorestamentos extensivos para dar lugar a áreas plantadas;</p>
<p>-&gt;     A ocupação do solo, impedindo grandes áreas de terrenos de cumprirem o seu papel de absorvedor de águas e aumentando, com isso, a potencialidade do transporte de matérias, devido ao escoamento superficial.</p>
<p><strong>Intervenção humana nos processos erosivos</strong></p>
<div style="text-align:center;"><strong><img border="0" width="198" src="http://www.educarede.org.br/educa/img_conteudo/756_queimadas_veja.jpg" height="283" /></strong></div>
<p align="center"><strong>Queimadas</strong></p>
<p align="center">&nbsp;</p>
<p align="center"><strong><img border="0" width="490" src="http://www.apolo11.com/imagens/etc/desmatamento.jpg" height="342" style="width:384px;height:293px;" /></strong></p>
<p align="center"><strong>Desmatamento</strong></p>
<p align="center">&nbsp;</p>
<p align="center"><strong><img border="0" width="604" src="http://mapx.map.vgd.gov.lv/geo3/Ukr/_Izmantotie%20Atteli/Arzemes/Itaipu.jpg" height="462" style="width:392px;height:336px;" /></strong></p>
<p align="center"><strong>Construção de represas</strong></p>
<p align="center">&nbsp;</p>
<p align="center"><strong><img border="0" width="400" src="http://www.insttale.com.br/fotos/Simasa%20-%20Nov%2004%20042.jpg" height="300" /></strong></p>
<p align="center"><strong>Construção de rodovias</strong></p>
<p align="center">&nbsp;</p>
<p align="center"><strong><img border="0" width="1" src="http://images.wildmadagascar.org/pictures/andasibe-Mantady/mantady_forest_road0093" height="1" /><img border="0" width="1" src="http://images.wildmadagascar.org/pictures/andasibe-Mantady/mantady_forest_road0093" height="1" /><img border="0" width="550" src="http://images.wildmadagascar.org/pictures/andasibe-Mantady/mantady_forest_road0093.jpg" height="413" style="width:468px;height:348px;" /></strong></p>
<p align="center"><strong>Abertura de estradas nas florestas</strong></p>
<p align="center">&nbsp;</p>
<p align="center"><strong><img border="0" width="399" src="http://www.corumba.ms.gov.br/modules/xcgal/albums/userpics/10009/normal_RUITER%2030.06%20015aaa.jpg" height="300" /></strong></p>
<p align="center"><strong>Construção de casas em áreas de risco</strong></p>
<p align="center"><strong></strong></p>
<p align="center"><strong></strong></p>
<p align="center"><strong></strong></p>
<p>Fonte: SENE, Eustáquio de; MOREIRA, João Carlos. Trilhas da Geografia – Espaço geográfico brasileiro e cidadania. Editora Scipione. Cap.: 4. Pág.: 65.</p>
<p>Fonte <i>(imagens): </i><a href="http://www.educarede.org.br/educa/img_conteudo/756_queimadas_veja.jpg">http://www.educarede.org.br/educa/img_conteudo/756_queimadas_veja.jpg</a></p>
<p><a href="http://www.apolo11.com/imagens/etc/desmatamento.jpg">http://www.apolo11.com/imagens/etc/desmatamento.jpg</a></p>
<p><a href="http://mapx.map.vgd.gov.lv/geo3/Ukr/_Izmantotie%20Atteli/Arzemes/Itaipu.jpg">http://mapx.map.vgd.gov.lv/geo3/Ukr/_Izmantotie%20Atteli/Arzemes/Itaipu.jpg</a></p>
<p><a href="http://www.insttale.com.br/fotos/Simasa%20-%20Nov%2004%20042.jpg">http://www.insttale.com.br/fotos/Simasa%20-%20Nov%2004%20042.jpg</a>  </p>
<p><a href="http://images.wildmadagascar.org/pictures/andasibe-Mantady/mantady_forest_road0093.jpg">http://images.wildmadagascar.org/pictures/andasibe-Mantady/mantady_forest_road0093.jpg</a></p>
<p><a href="http://www.corumba.ms.gov.br/modules/xcgal/albums/userpics/10009/normal_RUITER%2030.06%20015aaa.jpg">http://www.corumba.ms.gov.br/modules/xcgal/albums/userpics/10009/normal_RUITER%2030.06%20015aaa.jpg</a></p>
<p align="center">&nbsp;</p>
<br /><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/categories/biogeologia.wordpress.com/17/" /> <img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/tags/biogeologia.wordpress.com/17/" /> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/biogeologia.wordpress.com/17/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/biogeologia.wordpress.com/17/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/biogeologia.wordpress.com/17/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/biogeologia.wordpress.com/17/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gofacebook/biogeologia.wordpress.com/17/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/facebook/biogeologia.wordpress.com/17/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gotwitter/biogeologia.wordpress.com/17/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/twitter/biogeologia.wordpress.com/17/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/biogeologia.wordpress.com/17/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/biogeologia.wordpress.com/17/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/biogeologia.wordpress.com/17/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/biogeologia.wordpress.com/17/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/biogeologia.wordpress.com/17/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/biogeologia.wordpress.com/17/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=biogeologia.wordpress.com&amp;blog=3263127&amp;post=17&amp;subd=biogeologia&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
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		<title>O trabalho erosivo do sol</title>
		<link>http://biogeologia.wordpress.com/2008/03/25/o-trabalho-erosivo-do-sol/</link>
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		<pubDate>Tue, 25 Mar 2008 23:14:02 +0000</pubDate>
		<dc:creator>biogeologia</dc:creator>
				<category><![CDATA[Uncategorized]]></category>

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		<description><![CDATA[A variação da latitude altera o grau de exposição das diferentes regiões à luz solar por causa do ângulo de incidência dos raios no solo. Essa incidência é crítica em áreas mais próximas ao Equador, caso das regiões Centro-Oeste, Nordeste e Norte, onde a radiação solar é praticamente o dobro da que incide na maioria [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=biogeologia.wordpress.com&amp;blog=3263127&amp;post=16&amp;subd=biogeologia&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A varia<font face="Times New Roman">çã</font>o da latitude altera o grau de exposi<font face="Times New Roman">çã</font>o das diferentes regi<font face="Times New Roman">õ</font>es <font face="Times New Roman">à</font> luz solar por causa do <font face="Times New Roman">â</font>ngulo de incid<font face="Times New Roman">ê</font>ncia dos raios no solo. Essa incid<font face="Times New Roman">ê</font>ncia <font face="Times New Roman">é</font> cr<font face="Times New Roman">í</font>tica em <font face="Times New Roman">á</font>reas mais pr<font face="Times New Roman">ó</font>ximas ao Equador, caso das regi<font face="Times New Roman">õ</font>es Centro-Oeste, Nordeste e Norte, onde a radia<font face="Times New Roman">çã</font>o solar <font face="Times New Roman">é</font> praticamente o dobro da que incide na maioria dos pa<font face="Times New Roman">í</font>ses europeus.</p>
<p>O Rio Grande do Sul, situado entre 27 <font face="Times New Roman">º</font> e 3 <font face="Times New Roman">º</font> S, ap<font face="Times New Roman">ó</font>s o tr<font face="Times New Roman">ó</font>pico de Capric<font face="Times New Roman">ó</font>rnio, recebe um ter<font face="Times New Roman">ç</font>o mais de radia<font face="Times New Roman">çã</font>o que esses pa<font face="Times New Roman">í</font>ses; quanto mais perpendicular estiver o Sol, maior a quantidade de energia que alcan<font face="Times New Roman">ç</font>a o solo.</p>
<p><img border="0" width="739" src="http://br.geocities.com/kawakami_enc/deserto.jpg" height="494" style="width:634px;height:366px;" /></p>
<p>Por outro lado, os sintomas no que se v<font face="Times New Roman">ê</font> (as plantas) indicam impactos no que n<font face="Times New Roman">ã</font>o se v<font face="Times New Roman">ê</font> (os microrganismos do solo). Estes n<font face="Times New Roman">ã</font>o resistem mais que algumas horas e temperaturas acima de 40 <font face="Times New Roman">º</font> C. A morte desses microorganismos ou a parasita<font face="Times New Roman">çã</font>o de sua atividade interrompe os ciclos de transforma<font face="Times New Roman">çã</font>o de minerais em nutrientes para as plantas, evidentes preju<font face="Times New Roman">í</font>zos <font face="Times New Roman">à</font>s culturas e aos solos. A radia<font face="Times New Roman">çã</font>o solar tamb<font face="Times New Roman">é</font>m varia de acordo com as esta<font face="Times New Roman">çõ</font>es do ano: <font face="Times New Roman">é</font> maior no ver<font face="Times New Roman">ã</font>o e menor no inverno. Essa energia determina a temperatura ambiente, que se exerce forte influ<font face="Times New Roman">ê</font>ncia na degrada<font face="Times New Roman">çã</font>o de compostos org<font face="Times New Roman">â</font>nicos: quanto mais calor, mais r<font face="Times New Roman">á</font>pida <font face="Times New Roman">é</font> a decomposi<font face="Times New Roman">çã</font>o (at<font face="Times New Roman">é</font> certo limite).</p>
<div style="text-align:center;"><img border="0" width="512" src="http://coolcosmos.ipac.caltech.edu/cosmic_classroom/multiwavelength_astronomy/multiwavelength_museum/images/sun_euv19.gif" height="512" style="width:457px;height:413px;" /></div>
<div style="text-align:center;"></div>
<div style="text-align:center;"></div>
<div style="text-align:center;"></div>
<div style="text-align:center;">A temperatura do solo afeta diretamente o clima da faixa da atmosfera logo acima da superfície. Esse microclima é importante na formação do próprio solo, já que influi em sua aeração, na desintegração do material original, na retenção da água, na movimentação dos colóides (substâncias solúveis na água presentes nos solos), no metabolismo e desenvolvimento de organismos que passam toda a vida ou parte dela sob a superfície, na germinação das sementes, na atividade funcional das raízes, na velocidade e duração do crescimento das plantas, e ainda na ocorrência e severidade de doenças nas plantas.</p>
<p><img border="0" width="948" src="http://www.achetudoeregiao.com.br/Astronomia/Astrogif/Sol/sol07.jpg" height="926" style="width:401px;height:355px;" /></p>
<p>Fonte: <a href="http://br.geocities.com/kawakami_enc/erosao.html">http://br.geocities.com/kawakami_enc/erosao.html</a></p>
<p>Fonte <i>(imagens):</i> <a href="http://br.geocities.com/kawakami_enc/deserto.jpg">http://br.geocities.com/kawakami_enc/deserto.jpg</a></p>
<p><a href="http://coolcosmos.ipac.caltech.edu/cosmic_classroom/multiwavelength_astronomy/multiwavelength_museum/images/sun_euv19.gif">http://coolcosmos.ipac.caltech.edu/cosmic_classroom/multiwavelength_astronomy/multiwavelength_museum/images/sun_euv19.gif</a></p>
<p><a href="http://www.achetudoeregiao.com.br/Astronomia/Astrogif/Sol/sol07.jpg">http://www.achetudoeregiao.com.br/Astronomia/Astrogif/Sol/sol07.jpg</a></div>
<br /><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/categories/biogeologia.wordpress.com/16/" /> <img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/tags/biogeologia.wordpress.com/16/" /> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/biogeologia.wordpress.com/16/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/biogeologia.wordpress.com/16/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/biogeologia.wordpress.com/16/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/biogeologia.wordpress.com/16/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gofacebook/biogeologia.wordpress.com/16/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/facebook/biogeologia.wordpress.com/16/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gotwitter/biogeologia.wordpress.com/16/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/twitter/biogeologia.wordpress.com/16/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/biogeologia.wordpress.com/16/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/biogeologia.wordpress.com/16/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/biogeologia.wordpress.com/16/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/biogeologia.wordpress.com/16/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/biogeologia.wordpress.com/16/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/biogeologia.wordpress.com/16/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=biogeologia.wordpress.com&amp;blog=3263127&amp;post=16&amp;subd=biogeologia&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
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		<title>Erosão química</title>
		<link>http://biogeologia.wordpress.com/2008/03/25/erosao-quimica/</link>
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		<pubDate>Tue, 25 Mar 2008 22:58:19 +0000</pubDate>
		<dc:creator>biogeologia</dc:creator>
				<category><![CDATA[Uncategorized]]></category>

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		<description><![CDATA[Envolve todos os processos químicos que ocorrem nas rochas. Há intervenção de fatores como calor, frio, água, compostos biológicos e reações químicas da água nas rochas. Este tipo de erosão depende do clima, em climas polares e secos, as rochas se destroem pela troca de temperatura; e em climas tropicais quentes e temperados, a umidade, [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=biogeologia.wordpress.com&amp;blog=3263127&amp;post=15&amp;subd=biogeologia&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p align="center">Envolve todos os processos químicos que ocorrem nas rochas. Há intervenção de fatores como calor, frio, água, compostos biológicos e reações químicas da água nas rochas. Este tipo de erosão depende do clima, em climas polares e secos, as rochas se destroem pela troca de temperatura; e em climas tropicais quentes e temperados, a umidade, a água e os dejetos orgânicos reagem com as rochas e as destroem.</p>
<p align="center">&nbsp;</p>
<p align="center"><img border="0" width="446" src="http://www.gesmo.org/images/DSCF3869.JPG" height="336" /></p>
<p align="center">&nbsp;</p>
<p align="center">&nbsp;</p>
<p align="center">&nbsp;</p>
<p>Fonte: <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/ErosÃ£o#Eros.C3.A3o_qu.C3.ADmica">http://pt.wikipedia.org/wiki/Eros%C3%A3o#Eros.C3.A3o_qu.C3.ADmica</a></p>
<p>Fonte <i>(imagem): </i><a href="http://www.gesmo.org/images/DSCF3869.JPG">http://www.gesmo.org/images/DSCF3869.JPG</a></p>
<br /><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/categories/biogeologia.wordpress.com/15/" /> <img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/tags/biogeologia.wordpress.com/15/" /> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/biogeologia.wordpress.com/15/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/biogeologia.wordpress.com/15/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/biogeologia.wordpress.com/15/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/biogeologia.wordpress.com/15/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gofacebook/biogeologia.wordpress.com/15/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/facebook/biogeologia.wordpress.com/15/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gotwitter/biogeologia.wordpress.com/15/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/twitter/biogeologia.wordpress.com/15/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/biogeologia.wordpress.com/15/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/biogeologia.wordpress.com/15/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/biogeologia.wordpress.com/15/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/biogeologia.wordpress.com/15/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/biogeologia.wordpress.com/15/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/biogeologia.wordpress.com/15/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=biogeologia.wordpress.com&amp;blog=3263127&amp;post=15&amp;subd=biogeologia&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
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	</item>
		<item>
		<title>O trabalho erosivo da força gravitacional</title>
		<link>http://biogeologia.wordpress.com/2008/03/25/o-trabalho-erosivo-da-forca-gravitacional/</link>
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		<pubDate>Tue, 25 Mar 2008 22:52:44 +0000</pubDate>
		<dc:creator>biogeologia</dc:creator>
				<category><![CDATA[Uncategorized]]></category>

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		<description><![CDATA[Os movimentos de massa, envolvendo sedimentos, solos e blocos de rochas a partir da desestabilização de terrenos inclinados ou encostas, são provocados pela gravidade. Podendo assumir várias magnitudes, esses movimentos variam de lentos (rastejos) a outros rápidos e catastróficos (corridas de lama ou areia, rolamentos e quedas de matacões ou blocos de rochas e deslizamento [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=biogeologia.wordpress.com&amp;blog=3263127&amp;post=14&amp;subd=biogeologia&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Os movimentos de massa, envolvendo sedimentos, solos e blocos de rochas a partir da desestabilização de terrenos inclinados ou encostas, são provocados pela gravidade. Podendo assumir várias magnitudes, esses movimentos variam de lentos (rastejos) a outros rápidos e catastróficos (corridas de lama ou areia, rolamentos e quedas de matacões ou blocos de rochas e deslizamento de sedimentos e solos).</p>
<p align="center"><strong>Rastejos</strong></p>
<p align="center">São movimentos lentos (poucos centímetros por ano) e superficiais, retomados a cada período chuvoso, em massas pouco consolidadas de sedimentos ou solos, como os colúvios (solo de vertentes, misturado com solos e fragmentos de rochas trazidos das zonas mais altas), por exemplo. Fendas superficiais e inclinação progressiva de postes e árvores são indicadores desses movimentos.</p>
<p><img border="0" width="1" src="http://www.rc.unesp.br/igce/aplicada/ead/imagens/interacao/rastejo.gif" height="1" /><img border="0" width="570" src="http://www.rc.unesp.br/igce/aplicada/ead/imagens/interacao/rastejo.gif" height="377" /></p>
<p><b></b><b></p>
<p align="center">Corridas</p>
<p></b></p>
<p align="center">São movimentos muito rápidos, envolvendo grandes quantidades de água misturada aos sedimentos e solos formando um fluido viscoso com características próprias de escoamento. São comuns em áreas de relevo forte e tem grande poder destrutivo em virtude da trajetória mais longa do fluxo, se comparadas aos deslizamentos. Águas correntes muito curvas e densas (barrentas) são indícios de formação de corridas de lama.</p>
<div style="text-align:center;"><img border="0" width="623" src="http://paginas.terra.com.br/educacao/br_recursosminerais/images/bossoroca_monte_alto_a.jpg" height="465" style="width:527px;height:365px;" /></div>
<div style="text-align:center;"></div>
<div style="text-align:center;"></div>
<div style="text-align:center;"></div>
<p><b></b><b></p>
<p align="left" style="text-align:center;">Rolamentos e quedas</p>
<p></b></p>
<p align="left" style="text-align:center;">Os rolamentos de matacões são próprios de encostas formadas em rochas cristalinas alteradas pelo intemperismo químico. A decomposição progressiva ao longo das fraturas e falhas vai individualizando blocos arredondados (matacões), que ficam dispersos na massa de solo residual. As quedas de blocos, ocorrem em relevos mais acentuados, como serras e morros de rochas cristalinas. Isso se deve ao desequilíbrio de blocos rochosos, que soltam ao longo de descontinuidades (fraturas e planos de xistosidade), principalmente quando os maciços são submetidos a cortes.</p>
<p align="left" style="text-align:center;">&nbsp;</p>
<p style="text-align:center;"><img border="0" width="300" src="http://www.dicionario.pro.br/dicionario/images/9/90/Karlu_Karlu_2.jpg" height="410" /></p>
<p style="text-align:center;"><strong>Matacões em Karlu Karlu, Austrália.</strong></p>
<p style="text-align:center;"><strong></strong></p>
<p style="text-align:center;"><strong></strong></p>
<p><b></b><b></p>
<p align="left" style="text-align:center;">Deslizamentos</p>
<p></b></p>
<p align="left" style="text-align:center;">São movimentos gravitacionais de massa, mobilizando sedimentos, solos e/ou rochas, que ocorrem de modo brusco em decorrência de rupturas nesses materiais, deixando uma cicatriz de geometria plana ou ligeiramente côncava.</p>
<p align="left" style="text-align:center;">Diferentemente da erosão, na qual existe um fluido (água) transportando as partículas do solo, os deslizamentos causam maior impacto pelo caráter brusco da ruptura de parte da encosta.</p>
<p align="left" style="text-align:center;">Os fatores mais comumente considerados na análise de estabilidade de encostas são as cargas externas, o peso próprio, a pressão da água e a resistência do solo. A água de chuva infiltrada no terreno aumenta os valores do peso próprio e da pressão da água, e reduz a resistência do solo, diminuindo o fator segurança.</p>
<p align="left" style="text-align:center;">&nbsp;</p>
<p align="left" style="text-align:center;"><img border="0" width="291" src="http://www.brasilescola.com/upload/e/deslizamento%20titulo.jpg" height="218" /></p>
<p align="left" style="text-align:center;">&nbsp;</p>
<p align="left" style="text-align:center;">&nbsp;</p>
<p align="left" style="text-align:center;">&nbsp;</p>
<p>Fonte: http://paginas.terra.com.br/educacao/br_recursosminerais/images/bossoroca_monte_alto_a.jpg</p>
<p>Fonte <i>(imagens): </i><a href="http://www.rc.unesp.br/igce/aplicada/ead/imagens/interacao/rastejo.gif">http://www.rc.unesp.br/igce/aplicada/ead/imagens/interacao/rastejo.gif</a></p>
<p><a href="http://paginas.terra.com.br/educacao/br_recursosminerais/images/bossoroca_monte_alto_a.jpg">http://paginas.terra.com.br/educacao/br_recursosminerais/images/bossoroca_monte_alto_a.jpg</a></p>
<p><a href="http://www.dicionario.pro.br/dicionario/images/9/90/Karlu_Karlu_2.jpg">http://www.dicionario.pro.br/dicionario/images/9/90/Karlu_Karlu_2.jpg</a>  </p>
<p><a href="http://www.brasilescola.com/upload/e/deslizamento%20titulo.jpg">http://www.brasilescola.com/upload/e/deslizamento%20titulo.jpg</a></p>
<br /><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/categories/biogeologia.wordpress.com/14/" /> <img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/tags/biogeologia.wordpress.com/14/" /> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/biogeologia.wordpress.com/14/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/biogeologia.wordpress.com/14/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/biogeologia.wordpress.com/14/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/biogeologia.wordpress.com/14/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gofacebook/biogeologia.wordpress.com/14/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/facebook/biogeologia.wordpress.com/14/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gotwitter/biogeologia.wordpress.com/14/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/twitter/biogeologia.wordpress.com/14/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/biogeologia.wordpress.com/14/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/biogeologia.wordpress.com/14/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/biogeologia.wordpress.com/14/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/biogeologia.wordpress.com/14/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/biogeologia.wordpress.com/14/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/biogeologia.wordpress.com/14/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=biogeologia.wordpress.com&amp;blog=3263127&amp;post=14&amp;subd=biogeologia&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
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		<title>O trabalho erosivo do vento</title>
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		<pubDate>Tue, 25 Mar 2008 22:02:23 +0000</pubDate>
		<dc:creator>biogeologia</dc:creator>
				<category><![CDATA[Uncategorized]]></category>

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		<description><![CDATA[O vento é um agente erosivo intenso nos desertos e nas praias. O trabalho do vento modificando o relevo é chamado erosão eólica. &#160; &#160; E se realiza de duas formas: Destruição: o vento em seu trabalho destrutivo retira e transporta partículas mais finas das rochas, em um processo denominado deflação. Ao lançá-los, com violência, [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=biogeologia.wordpress.com&amp;blog=3263127&amp;post=13&amp;subd=biogeologia&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img border="0" width="1" src="http://www.calangosdocerrado.com.br/Dunas-j.jpg" height="1" />O vento é um agente erosivo intenso nos desertos e nas praias. O trabalho do vento modificando o relevo é chamado <i>erosão eólica</i>.</p>
<p align="center"><img border="0" width="350" src="http://www.perceptions.couk.com/imgs/wind-erosion.jpg" height="263" /></p>
<p align="center">&nbsp;</p>
<div style="text-align:center;"><img border="0" width="768" src="http://www.dkimages.com/discover/previews/951/50525133.JPG" height="512" style="width:410px;height:334px;" /></div>
<p align="center">&nbsp;</p>
<p align="left">E se realiza de duas formas:</p>
<p><b><font size="4">Destruição</font></b>: o vento em seu trabalho destrutivo retira e transporta partículas mais finas das rochas, em um processo denominado<i> deflação. </i>Ao lançá-los, com violência, contra outras rochas, acaba escavando-as, em um trabalho denominado <i>corrasão.</i> Em decorrência desses processos, surgem grandes depressões, planaltos pedregosos ou formações com aspectos exóticos, como cogumelo, taça, etc.</p>
<p align="center"><img border="0" width="350" src="http://www.colegiosaofrancisco.com.br/alfa/meio-ambiente-solo/imagens/erosao14.jpg" height="260" /></p>
<p align="center">&nbsp;</p>
<p align="center"><img border="0" width="1" src="http://www.uwsp.edu/geo/faculty/ritter/geog101/textbook/images/lithosphere/eolian/rock_wind_abrasion_p0772932441_NRCS.jpg" height="1" /><img border="0" width="504" src="http://www.uwsp.edu/geo/faculty/ritter/geog101/textbook/images/lithosphere/eolian/rock_wind_abrasion_p0772932441_NRCS.jpg" height="360" style="width:480px;height:350px;" /></p>
<p align="center">&nbsp;</p>
<p><font size="4"><strong>Acumulação: </strong></font>quando o vento diminui de velocidade, ele deposita os materiais que carrega, os quais constituem os chamados depósitos eólicos.</p>
<p><font size="4"></font></p>
<p><img border="0" width="450" src="http://www.francosegurosaude.com.br/jericoacoara/dunas-jeri.bmp" height="305" /></p>
<p align="center">&nbsp;</p>
<p align="center"><img border="0" width="440" src="http://www.elitebrasil.com.br/riograndedonorte/dunas.jpg" height="295" /></p>
<p align="center">&nbsp;</p>
<p align="center">&nbsp;</p>
<p>Com características diferentes, esses depósitos apresentam-se sob duas formas principais:</p>
<p><em><strong>Dunas:</strong></em> formadas por uma deposição contínua, apresentam-se como grandes elevações de areia, podendo ser fixas ou móveis.</p>
<div style="text-align:center;"><img border="0" width="1304" src="http://www.calangosdocerrado.com.br/Dunas-j.jpg" height="888" style="width:454px;height:338px;" /></div>
<div style="text-align:center;"></div>
<div style="text-align:center;"></div>
<div style="text-align:center;"></div>
<div style="text-align:center;"><em><strong></strong></em></div>
<div style="text-align:center;"><em><strong>Loess:</strong></em> sedimentos muito finos, quase sempre amarelados, e muito férteis, constituídos por quartzo, argila e calcário. Sua área de ocorrência mais conhecida é a China Meridional.</div>
<p style="text-align:center;"><img border="0" width="559" src="http://www.outreach.canterbury.ac.nz/resources/geology/glossary/loess.jpg" height="453" style="width:437px;height:334px;" /></p>
<p style="text-align:center;">Fonte: MARINA, Lúcia; RIGOLIN, Tércio. Geografia. Volume Único. Série Novo Ensino Médio. Cap.: 9. Pág.:63.</p>
<p style="text-align:center;">Fonte<i> (imagens):</i> <a href="http://www.perceptions.couk.com/imgs/wind-erosion.jpg">http://www.perceptions.couk.com/imgs/wind-erosion.jpg</a>  </p>
<p style="text-align:center;"><a href="http://www.colegiosaofrancisco.com.br/alfa/meio-ambiente-solo/imagens/erosao14.jpg">http://www.colegiosaofrancisco.com.br/alfa/meio-ambiente-solo/imagens/erosao14.jpg</a>  </p>
<p style="text-align:center;"><a href="http://www.uwsp.edu/geo/faculty/ritter/geog101/textbook/images/lithosphere/eolian/rock_wind_abrasion_p0772932441_NRCS.jpg">http://www.uwsp.edu/geo/faculty/ritter/geog101/textbook/images/lithosphere/eolian/rock_wind_abrasion_p0772932441_NRCS.jpg</a>  </p>
<p style="text-align:center;"><a href="http://www.dkimages.com/discover/previews/951/50525133.JPG">http://www.dkimages.com/discover/previews/951/50525133.JPG</a>  </p>
<p style="text-align:center;"><a href="http://www.francosegurosaude.com.br/jericoacoara/dunas-jeri.bmp">http://www.francosegurosaude.com.br/jericoacoara/dunas-jeri.bmp</a></p>
<p style="text-align:center;"><a href="http://www.elitebrasil.com.br/riograndedonorte/dunas.jpg">http://www.elitebrasil.com.br/riograndedonorte/dunas.jpg</a></p>
<p style="text-align:center;"><a href="http://www.calangosdocerrado.com.br/Dunas-j.jpg">http://www.calangosdocerrado.com.br/Dunas-j.jpg</a></p>
<p style="text-align:center;"><a href="http://www.outreach.canterbury.ac.nz/resources/geology/glossary/loess.jpg">http://www.outreach.canterbury.ac.nz/resources/geology/glossary/loess.jpg</a></p>
<br /><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/categories/biogeologia.wordpress.com/13/" /> <img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/tags/biogeologia.wordpress.com/13/" /> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/biogeologia.wordpress.com/13/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/biogeologia.wordpress.com/13/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/biogeologia.wordpress.com/13/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/biogeologia.wordpress.com/13/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gofacebook/biogeologia.wordpress.com/13/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/facebook/biogeologia.wordpress.com/13/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gotwitter/biogeologia.wordpress.com/13/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/twitter/biogeologia.wordpress.com/13/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/biogeologia.wordpress.com/13/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/biogeologia.wordpress.com/13/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/biogeologia.wordpress.com/13/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/biogeologia.wordpress.com/13/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/biogeologia.wordpress.com/13/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/biogeologia.wordpress.com/13/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=biogeologia.wordpress.com&amp;blog=3263127&amp;post=13&amp;subd=biogeologia&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
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		<title>As geleiras</title>
		<link>http://biogeologia.wordpress.com/2008/03/24/as-geleiras/</link>
		<comments>http://biogeologia.wordpress.com/2008/03/24/as-geleiras/#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 24 Mar 2008 23:02:54 +0000</pubDate>
		<dc:creator>biogeologia</dc:creator>
				<category><![CDATA[Uncategorized]]></category>

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		<description><![CDATA[&#160; &#160; Em outros lugares, as geleiras formam-se nos picos das altas montanhas, com neve permanente. São as geleiras do tipo alpino ou de vale. Elas constituem uma reserva de água doce que alimenta as torrentes e os rios durante o verão. A parte mais elevada das geleiras alpinas tem forma circular e recebe o [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=biogeologia.wordpress.com&amp;blog=3263127&amp;post=12&amp;subd=biogeologia&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p align="center"><img border="0" width="490" src="http://www.apolo11.com/imagens/etc/geleira_noruega.jpg" height="327" /></p>
<p align="center">&nbsp;</p>
<p align="center">&nbsp;</p>
<p>Em outros lugares, as geleiras formam-se nos picos das altas montanhas, com neve permanente. São as geleiras do tipo alpino ou de vale. Elas constituem uma reserva de água doce que alimenta as torrentes e os rios durante o verão. A parte mais elevada das geleiras alpinas tem forma circular e recebe o nome de circo glacial.</p>
<p>Geleiras são poderosos <i>agentes</i> modificadores do relevo, mas seu poder de erosão não é tão grande em rochas muito resistentes. A força erosiva do gelo aumenta com os fragmentos de rochas que transporta e que funcionam como uma &#8220;lixa&#8221; sobre o solo. A geleira vai acumulando e transportando detritos denominados <i>morenas</i> ou <i>morainas</i>.</p>
<div style="text-align:center;"><img border="0" width="804" src="http://www.igc.usp.br/glacial/imagem/glossario/7.jpg" height="528" style="width:583px;height:302px;" /></div>
<div style="text-align:center;"></div>
<div style="text-align:center;"></div>
<div style="text-align:center;"></div>
<div style="text-align:center;"></div>
<div style="text-align:center;">Os fiordes da Escócia, Groelândia e Noruega são antigos vales glaciais localizados em litorais de costas altas, que foram reescavados profundamente pela ação das geleiras e invadidos pelas águas do mar.</div>
<div style="text-align:center;"></div>
<div style="text-align:center;"></div>
<div style="text-align:center;"></div>
<div style="text-align:center;"><img border="0" width="500" src="http://www.webavista.com.br/turismo/LISTA/beleza-profunda/Fiorde-de-Geiranger.jpg" height="361" /></div>
<p style="text-align:center;">Fonte: MARINA, Lúcia; RIGOLIN, Tércio. Geografia. Volume Único. Série Novo Ensino Médio. Cap.: 9. Pág.: 63.</p>
<p style="text-align:center;">Fonte<i> (imagens)</i>: <a href="http://www.apolo11.com/imagens/etc/geleira_noruega.jpg">http://www.apolo11.com/imagens/etc/geleira_noruega.jpg</a></p>
<p style="text-align:center;"><a href="http://www.igc.usp.br/glacial/imagem/glossario/7.jpg">http://www.igc.usp.br/glacial/imagem/glossario/7.jpg</a></p>
<p style="text-align:center;"><a href="http://www.webavista.com.br/turismo/LISTA/beleza-profunda/Fiorde-de-Geiranger.jpg">http://www.webavista.com.br/turismo/LISTA/beleza-profunda/Fiorde-de-Geiranger.jpg</a></p>
<br /><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/categories/biogeologia.wordpress.com/12/" /> <img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/tags/biogeologia.wordpress.com/12/" /> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/biogeologia.wordpress.com/12/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/biogeologia.wordpress.com/12/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/biogeologia.wordpress.com/12/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/biogeologia.wordpress.com/12/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gofacebook/biogeologia.wordpress.com/12/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/facebook/biogeologia.wordpress.com/12/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gotwitter/biogeologia.wordpress.com/12/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/twitter/biogeologia.wordpress.com/12/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/biogeologia.wordpress.com/12/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/biogeologia.wordpress.com/12/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/biogeologia.wordpress.com/12/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/biogeologia.wordpress.com/12/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/biogeologia.wordpress.com/12/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/biogeologia.wordpress.com/12/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=biogeologia.wordpress.com&amp;blog=3263127&amp;post=12&amp;subd=biogeologia&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
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	</item>
		<item>
		<title>O trabalho erosivo do gelo</title>
		<link>http://biogeologia.wordpress.com/2008/03/24/o-trabalho-erosivo-do-gelo/</link>
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		<pubDate>Mon, 24 Mar 2008 22:53:05 +0000</pubDate>
		<dc:creator>biogeologia</dc:creator>
				<category><![CDATA[Uncategorized]]></category>

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		<description><![CDATA[Nas regiões de altas latitudes, extensas camadas de gelo cobrem tudo: planícies e montanhas. São as geleiras continentais ou inlandsis. Com o aumento das temperaturas no verão, essas geleiras se fragmentam. Os blocos de gelo que se dirigem para os oceanos formam os icebergs – montanhas de gelo que representam um grande perigo para navegação [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=biogeologia.wordpress.com&amp;blog=3263127&amp;post=11&amp;subd=biogeologia&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div style="text-align:center;"><img border="0" width="600" src="http://img412.imageshack.us/img412/5835/iceberg3af5.jpg" height="820" style="width:352px;height:489px;" /></div>
<div style="text-align:center;"></div>
<div style="text-align:center;"></div>
<div style="text-align:center;"></div>
<div style="text-align:center;"></div>
<div style="text-align:center;"></div>
<div style="text-align:center;">Nas regiões de altas latitudes, extensas camadas de gelo cobrem tudo: planícies e montanhas. São as geleiras continentais ou<i> inlandsis.</i> Com o aumento das temperaturas no verão, essas geleiras se fragmentam. Os blocos de gelo que se dirigem para os oceanos formam os <i>icebergs</i> – montanhas de gelo que representam um grande perigo para navegação marítima, pois 90% de seu volume fica submerso. Quando esse gelo desliza montanha abaixo, formam-se vales glaciais, em forma de U.</div>
<div style="text-align:center;"></div>
<div style="text-align:center;"></div>
<div style="text-align:center;">Fonte: MARINA, Lúcia; RIGOLIN, Tércio. Geografia. Volume Único. Série Novo Ensino Médio. Cap.: 9. Pág.: 63.</div>
<p style="text-align:center;">Fonte<i> (imagem)</i>: <a href="http://img412.imageshack.us/img412/5835/iceberg3af5.jpg">http://img412.imageshack.us/img412/5835/iceberg3af5.jpg</a></p>
<br /><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/categories/biogeologia.wordpress.com/11/" /> <img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/tags/biogeologia.wordpress.com/11/" /> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/biogeologia.wordpress.com/11/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/biogeologia.wordpress.com/11/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/biogeologia.wordpress.com/11/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/biogeologia.wordpress.com/11/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gofacebook/biogeologia.wordpress.com/11/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/facebook/biogeologia.wordpress.com/11/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gotwitter/biogeologia.wordpress.com/11/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/twitter/biogeologia.wordpress.com/11/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/biogeologia.wordpress.com/11/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/biogeologia.wordpress.com/11/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/biogeologia.wordpress.com/11/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/biogeologia.wordpress.com/11/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/biogeologia.wordpress.com/11/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/biogeologia.wordpress.com/11/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=biogeologia.wordpress.com&amp;blog=3263127&amp;post=11&amp;subd=biogeologia&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
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		<title>O trabalho construtivo das águas do mar</title>
		<link>http://biogeologia.wordpress.com/2008/03/24/o-trabalho-construtivo-das-aguas-do-mar/</link>
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		<pubDate>Mon, 24 Mar 2008 22:47:22 +0000</pubDate>
		<dc:creator>biogeologia</dc:creator>
				<category><![CDATA[Uncategorized]]></category>

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		<description><![CDATA[A esse processo dá-se o nome de acumulação marinha. Ocorre especialmente nas áreas de costas baixas, onde o mar deposita os sedimentos que transporta do continente, sobretudo areia. As praias, por exemplo, são formadas pelo trabalho de sedimentação marinha. Outras formas de construção marinha: Restingas: são cordões de areia que se formam paralelamente à costa, [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=biogeologia.wordpress.com&amp;blog=3263127&amp;post=10&amp;subd=biogeologia&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A esse processo dá-se o nome de <em>acumulação marinha</em>. Ocorre especialmente nas áreas de costas baixas, onde o mar deposita os sedimentos que transporta do continente, sobretudo areia. As praias, por exemplo, são formadas pelo trabalho de sedimentação marinha. Outras formas de construção marinha:</p>
<p><strong>Restingas:</strong> são cordões de areia que se formam paralelamente à costa, quando o mar realiza um trabalho de acumulação ou deposição.</p>
<div style="text-align:center;"><img border="0" width="400" src="http://vidadecamaleao.files.wordpress.com/2007/08/arraial-do-cabo-1.jpg?w=400&#038;h=267" height="267" style="width:413px;height:279px;" /></div>
<p><strong>Recifes:</strong> são formações que podem se originar da consolidação de areia de antigas praias (recifes de arenito) ou da acumulação de corais – minúsculos animais marinhos – no litoral (recifes de corais). O mar constrói ilhas de corais sobre vulcões submarinos, que são chamados de<i> atol</i>.</p>
<div style="text-align:center;"><img border="0" width="800" src="http://www.setur.rn.gov.br/english/fotos/138_recifes_maracajau.jpg" height="519" style="width:519px;height:289px;" /></div>
<p><strong>Tômbolos:</strong> são línguas ou cordões de areia que ligam uma ilha ao continente.</p>
<p align="center"><img border="0" width="472" src="http://arch.ced.berkeley.edu/kap/images/hbs4.jpg" height="322" /></p>
<p align="center">&nbsp;</p>
<p align="center">Fonte: MARINA, Lúcia; RIGOLIN, Tércio. Geografia. Volume Único. Série Novo Ensino Médio. Cap.: 9. Págs.: 62-63.</p>
<p align="center">Fonte <em>(imagens)</em>: <a href="http://vidadecamaleao.files.wordpress.com/2007/08/arraial-do-cabo-1.jpg">http://vidadecamaleao.files.wordpress.com/2007/08/arraial-do-cabo-1.jpg</a></p>
<p><a href="http://www.setur.rn.gov.br/english/fotos/138_recifes_maracajau.jpg">http://www.setur.rn.gov.br/english/fotos/138_recifes_maracajau.jpg</a></p>
<p><a href="http://arch.ced.berkeley.edu/kap/images/hbs4.jpg">http://arch.ced.berkeley.edu/kap/images/hbs4.jpg</a></p>
<br /><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/categories/biogeologia.wordpress.com/10/" /> <img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/tags/biogeologia.wordpress.com/10/" /> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/biogeologia.wordpress.com/10/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/biogeologia.wordpress.com/10/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/biogeologia.wordpress.com/10/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/biogeologia.wordpress.com/10/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gofacebook/biogeologia.wordpress.com/10/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/facebook/biogeologia.wordpress.com/10/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gotwitter/biogeologia.wordpress.com/10/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/twitter/biogeologia.wordpress.com/10/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/biogeologia.wordpress.com/10/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/biogeologia.wordpress.com/10/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/biogeologia.wordpress.com/10/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/biogeologia.wordpress.com/10/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/biogeologia.wordpress.com/10/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/biogeologia.wordpress.com/10/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=biogeologia.wordpress.com&amp;blog=3263127&amp;post=10&amp;subd=biogeologia&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
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